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29.5.11

Erupção do Vulcão Grimsvötn

A erupção do vulcão Grimsvötn, ocorrida na Islândia em 21 de maio de 2011, provocou o lançamento de toneladas de cinzas na região e interditou o espaço aéreo local e em partes da Escócia. A previsão é que o fenômeno atinja também o norte da Inglaterra, Irlanda do Norte e provoque o cancelamento de até 500 voos. Esta é a mais poderosa erupção na região desde 1873, superando inclusive a erupção do vulcão Eyjafjallajokull que ocorreu no ano passado.







Nuvem de fumaça da erupção do vulcão Grimsvotn, na geleira Vatnajokull, no sudeste da Islândia, em 21 de maio de 2011.


                 

Imagem de satélite mostra nuvem de fumaça provocada pela erupção do vulcão Grimsvötn. Islândia, 22 de maio de 2011




Fumaça do vulcão Grimsvötn, que fica sob a geleira Vatnajokull, cerca de 120 milhas (200 quilômetros) a leste da capital, Rejkjavik. Islândia, 21 de maio de 2011.






Vista aérea do vulcão Grimsvötn, no sul da Islândia, em 21 de maio de 2011




Fazenda coberta por cinzas do vulcão Grimsvötn, em Thorvaldsstadir, sudeste da Islândia, em 22 de maio de 2011.





Cordeiro morto pelas cinzas do vulcão Grimsvotn. Islândia, 24 de maio de 2011.





Fazendeiro retira rebanho de ovelhas das cinzas da erupção do vulcão Grimsvötn. Islândia, 22 de maio de 2011.



               

Homem anda em rua coberta pelas cinzas do vulcão Grimsvötn. Islândia, 23 de maio de 2011


A erupção do vulcão Grimsvötn envia milhares de toneladas de cinzas vulcânicas para o céu. Islândia, 23 de maio de 2011.





Não existe ligação entre uma erupção vulcânica e a degradação do meio ambiente por ação antrópica.

Antes de existir alguma forma de vida (quem poderia, nesse caso, agredir o meio ambiente numa Terra primitiva?) vulcões ativos – e muito mais ativos dos que os que conhecemos – já existiam por toda a superfície da Terra.

Ainda bem que ainda podemos presenciar esses acontecimentos espetaculares, pois isso não significa o fim dos tempos e nem cumprimento de profecias (pode ser que essas teorias se cumpram, é possível), mas simplesmente a garantia de que nosso planetinha ainda está vivo e em pleno vigor.

É isso (juntamente com o Sol) que mantém qualquer forma de vida aqui. E quem sabe em outros lugares nesse confins intrigante que é o Universo
 
AO MESMO TEMPO QUE ME ENTRISTECE PELOS TRANSTORNOS CAUSADOS, ME ALIVIA E DEIXA CONFORMADA O SABER QUE SE NÃO FOSSEM ESSAS VÁLVULAS DE ESCAPES, COM CERTEZA A TERRA NÃO MAIS ESTARIA POR AQUI, PELO MENOS COMO A CONHECEMOS!!!


matéria do site do IG

21.5.11

A Ressonância Schumann

"Temos que questionar os dogmas, questionar as ideologias, questionar as autoridades externas. Somente questionando o que todos aceitam como certo, o que todos acham que é verdade, é que conseguimos despertar da hipnose do condicionamento social.''







Não apenas as pessoas mais idosas mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real? Pela “ressonância Schumann” se procura dar uma explicação. O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100 km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann) mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio a biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz. Empiricamente fêz-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta frequência biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à ação de um “simulador Schumann” recuperavam o equilíbrio e a saúde.

Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa frequência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90 a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido a aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.

Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Aqui abre-se o espaço para grupos exotéricos e outros futuristas projetarem cenários, ora dramáticos, com catástrofes terríveis, ora esperançadores como a irrupção da quarta dimensão pela qual todos seremos mais intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com o bioritmo da Terra.






Não pretendo reforçar este tipo de leitura. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham de suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que sente, pensa, ama e venera. Porque somos isso, possuimos a mesma natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann. Se queremos que a Terra reencontre seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem stress, com mais serenidade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa termos coragem de ser anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos. Precisamos respirar juntos com a Terra para conspirar com ela pela paz.


Por Leonardo Boff - Teólogo


imagens da internet









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